Correio Braziliense

Renault Mégane Extreme - Sem essa de tio Para dar fôlego novo à linha, Renault lança série especial dos modelos sedã e perua, com motores 1.6 flex ou 2.0, de inspiração esportiva e limitada a 1.500 unidades

Eduardo Aquino - Estado de Minas

Publicação: 09/05/2009 14:42 Atualização:

Não há identificação de motorização que pode ser 1.6 flex ou 2.0. Plástico imita fibra de carbono no painel e pomo da alavanca. Falta apoio de cabeça central, mas cintos são de três pontos
Não há identificação de motorização que pode ser 1.6 flex ou 2.0. Plástico imita fibra de carbono no painel e pomo da alavanca. Falta apoio de cabeça central, mas cintos são de três pontos
A linha Mégane, cujas vendas andam em baixa no mercado brasileiro, estava precisando mesmo de uma chacoalhada. E nada melhor do que um banho de jovialidade para dar novo fôlego à família. Com esse objetivo, a Renault criou uma série limitada, denominada Extreme, tanto para a perua quanto para o sedã, com motor 2.0 16V ou 1.6 16V flex, câmbio manual ou automático, que inclui um pacote inédito de equipamentos, com inspiração esportiva. Avaliamos a perua, a Grand Tour, com motor 2.0 16V e transmissão manual, de seis velocidades, que tem tudo para agradar.

Avaliamos também o Mégane sedã com motor 2.0 16V e câmbio automático! Assista!


Por fora
A personalização da série teve como base a versão de acabamento Dynamique, somente na cor metálica preto nacré, e foi de muito bom gosto. Na frente, os itens exclusivos são a nova grade, preta e quadriculada; e para-choque mais encorpado, abrigando uma ampla tomada de ar (também com grade quadriculada) e faróis de neblina nas extremidades, que dão aspecto de carro de competição. De perfil, os destaques são as rodas de liga de 16 polegadas, com desenho bem esportivo, pintadas na cor cinza grafite e com pneus de perfil baixo (205/55); capa dos retrovisores na cor cinza escuro; os frisos pretos; e, claro, os adesivos estilizados com a inscrição "Extreme" nas portas traseiras. Na traseira, apenas o para-choque mais encorpado é diferente da versão normal, e não há identificação da motorização

Veja mais fotos do Mégane Grand Tour Extreme!
Veja mais fotos do Mégane Extreme!
Grade preta e quadriculada, para-choque encorpado, rodas de liga aro 16 e faróis auxiliares caracterizam (Fotos: Marlos Ney Vidal/EM/D. A Press - 24/4/09)
Grade preta e quadriculada, para-choque encorpado, rodas de liga aro 16 e faróis auxiliares caracterizam

Interior
Por dentro, a inspiração esportiva continua no acabamento na cor preta; nas costuras vermelhas nos bancos (que são revestidos em tecido de tear, desenvolvido exclusivamente para a série), no volante e no pomo e na coifa da alavanca de marchas; nos detalhes em plástico imitando metal nas maçanetas internas, no pomo e na base da alavanca de marchas; no plástico imitando fibra de carbono no painel central; nos aros "cromados" do velocímetro e conta-giros; e nas pedaleiras em alumínio. Os pontos positivos e negativos do habitáculo são os mesmos das versões normais: amplo espaço interno, sendo que o banco traseiro acomoda, com conforto, dois adultos e uma criança, com cintos de três pontos para todos (falta apenas o apoio de cabeça central); e alavanca do freio de mão, em forma de manche, que força o braço.

Equipamentos
O pacote da série especial inclui airbag duplo frontal autoadaptativo; direção elétrica, com assistência variável; freios ABS, com distribuição eletrônica da força de frenagem; alarme antifurto; banco do motorista com regulagem de altura; computador de bordo (que mostra informações sobre consumo instantâneo e médio, velocidade média, autonomia, distância percorrida e indicativos de manutenção); vidros, travas e retrovisores com comando elétrico; coluna de direção com regulagem de altura e distância; cartão eletrônico que substitui a chave; sistema de travamento automático das portas; e controle automático de velocidade.

Desempenho
O pacote Extreme não prevê nenhuma alteração de motor. Mas a performance da perua que avaliamos, com motor 2.0 16V, de 138 cv, é digna de elogios. O propulsor dá conta do recado, com sobras nas retomadas de velocidade, permitindo ultrapassagens seguras e arrancadas espertas. O consumo médio, informado pelo computador de bordo, surpreende: 10,2 km/l. O pecado é não ser flex. O lançamento dessa versão está previsto para este ano. O câmbio de seis marchas tem relações bem acertadas, que aproveitam a força (torque) do motor, mesmo em baixas rotações. Os engates são macios e precisos e o curso da alavanca não é longo. A suspensão também apresenta um bom equilíbrio entre conforto e estabilidade.

Preços
A série inclui as seguintes opções: Sedan 1.6 16V flex, R$ 57.950; Sedan 2.0 16V (câmbio manual), R$ 60.550; Sedan 2.0 16V (automático), R$ 64.550; Grand Tour 1.6 16V, R$ 62.850; Grand Tour 2.0 16V (manual), R$ 65.610; e Grand Tour 2.0 16V (automático), R$ 69.410.

Saiba um pouco mais da versão sedã do Mégane Extreme


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