Ducati 959 Panigale tem manuseio amigável e versátil, mas sem perder a pegada esportiva

Com motor de dois cilindros em L e muita eletrônica embarcada, modelo tem DNA esportivo, mas também permite uma tocada mais versátil, se saindo bem na cidade e na estrada

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postado em 28/03/2017 15:58 Téo Mascarenhas /Estado de Minas
Ducati/Divulgação

A italiana Ducati, que já tem um pé no Brasil e coração nas pistas, reforçou sua linha de superesportivas com a chegada da 959 Panigale, depois de ser apresentada no Salão de Milão, em novembro do ano passado. O modelo é uma evolução da Panigale 899 (que nem chegou a ser comercializada no Brasil), mas o visual segue o figurino da irmã maior Panigale 1299. Uma espécie de baby Panigale, porém, com todos os recursos eletrônicos da família, muitos componentes mecânicos comuns, além do tradicional motor de dois cilindros dispostos na configuração em L.

O nome Panigale é uma homenagem à cidade onde nasceu Borgo Panigale, região de Bologna, Norte da Itália, em 1926, e onde ainda atua. Mas o número que acompanha o nome não é exatamente a referência ao tamanho do motor, só para confundir. Desta forma, o modelo conta com 955cm³ de cilindrada no propulsor, que entrega 157cv a 10.500rpm, além de um torque de 10,96kgfm a 9.000rpm. Uma tropa respeitável, embora bem inferior aos 195cv da irmã maior Panigale 1299. Com isso, também fica mais amigável e versátil, sem perder a pegada esportiva.

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DESMO O que não muda é o sistema de acionamento de válvulas do motor, batizado de desmodrômico, que evita a flutuação, proporcionando maior desempenho em altos giros. Uma espécie de marca registrada da Ducati, que também incorporou um amplo pacote eletrônico que gerencia o controle de tração, que impede a roda traseira de patinar nas acelerações; o assistente de troca de marchas, que permite passar as marchas sem usar a embreagem e sem desacelerar, ganhando tempo; e o controle dos freios com ABS e o acelerador eletrônico.

O conjunto permite três modos de condução. O Race (corrida) usa toda a potência de 157cv, com mínimo de intervenção do controle de tração e com o freio ABS atuando só na roda dianteira. No modo Sport, a potência disponível permanece em 157cv, mas a entrega é mais suave, além dos controles de tração e ABS atuarem de forma mais incisiva. No modo Wet (molhado) a potência é reduzida para “apenas” 100cv e entregue mais progressivamente, além dos controles de tração e sistema de freios ABS atuarem em sua máxima capacidade.

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ESCAPE Como na irmã maior, o quadro é uma estrutura de alumínio que abraça o motor por cima, como uma espécie de casca, para aumentar a rigidez torcional. A diferença é que a Panigale 959 não conta com a balança da suspensão traseira do tipo mono-braço, mas convencional, com duplo braço em alumínio. Além disso, a suspensão traseira, com amortecedor Sachs regulável e 130mm de curso, fica na horizontal. A suspensão dianteira Showa é invertida, com tubos de 43mm de diâmetro e 120mm de curso, também totalmente ajustável.

O que destoa é o escapamento, com dupla ponteira lateral de grandes proporções, diferentemente da irmã maior. A configuração é para atender às rígidas normas de emissões de poluentes. O freio dianteiro conta com duplo disco de 320mm de diâmetro, equipado com pinças Brembo radiais monobloco. O freio traseiro tem disco de 245mm. O painel é inteiramente digital e o peso a seco de 176kg. As rodas são de liga leve, com aros de 17 polegadas. Para completar, o guidão conta com amortecedor de direção. O preço sugerido é de R$ 62.900.

Tags: ducati 959 panigale teo mascarenhas vrum

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