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Estado de Minas

Casal que disputava racha entre Camaro e Audi não terá direito ao pagamento de fiança

Eles responderão por homicídio doloso. Disputa acabou na morte de um professor de jiu-jitsu que andava pela calçada


postado em 18/11/2011 22:03 / atualizado em 19/11/2011 08:29

Estão presos em Campinas (SP) o casal que disputava um suposto racha que acabou na morte do professor de jiu-jitsu Kaio César Alvez Muniz Ribeiro.

 

Segundo o apurado pela reportagem, a motorista do Audi A3 Sportback, Adriane Aparecida Pereira Diniz Ignácio de Souza, de 42 anos perdeu o controle do veículo, invadiu a calçada e atingiu um homem, que morreu mesmo sendo encaminhado para o Hospital Mário Gatti, em Campinas. A motorista, também ferida, foi levada para o Hospital Padre Anchieta e foi presa ao receber alta do centro médico. Segundo testemunhas, Adriane disputava um racha com Fabrício Narciso Rodrigues da Silva, de 32 anos, que dirigia o Chevrolet Camaro. Fabrício fugiu mas retornou ao local da batida. Quando viu a movimentação, tentou fugir novamente e jogou uma lata de cerveja pela janela do carro, mas foi detido por policiais militares do 8º Batalhão.

 

O delegado responsável pelo inquérito quer mandar os suspeitos ao juri por homicídio doloso, quando há intenção de matar, mas a justiça brasileira pode ter outra interpretação, como explica o vídeo abaixo. 

 

A vítima
O professor de jiu-jitsu Kaio César Alvez Muniz Ribeiro, 23, que foi morto após ser atropelado se preparava para disputar o campeonato mundial de jiu-jítsu nos Estados Unidos. Ribeiro era atleta da Federação de Jiu-Jítsu do Estado de São Paulo, vice-campeão brasileiro e campeão paulista adulto.

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